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Nunca vi nenhum filme de Kiarostami que não fosse uma obra-prima...(Recordo "Através das Oliveiras"; O Vento Levar-nos-à", "O Sabor da Cereja" ou o sublime "10", em que o protagonista era já a Mulher - iraniana, no caso). Este "Shirin" confirma a regra. Sensibilidade exacerbada. Um magnífico tributo à Mulher, à mulher iraniana, muçulmana, ao cinema, às emoções; à poesia...à vida. A ver, e rever...sempre.
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