Tudo (e mais alguma coisa) sobre Boassas . Aldeia de Portugal... "A viagem tempera o carácter" (Provérbio árabe)
quarta-feira, abril 29, 2009
"Fundamentalismo anti-ambiental"
(Para aceder "clicar" na palavra sublinhada)
terça-feira, abril 28, 2009
Catálogo do II Encontro chega à Biblioteca Nacional de Portugal
sexta-feira, abril 24, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
Alemanha proibiu o cultivo de milho transgénico!...
"A Alemanha decidiu juntar-se ao grupo de países europeus que já proibiram o cultivo do milho transgénico por temer o impacto que este possa ter no meio ambiente e na vida humana. Na lista estavam já outros Estados membros como a França e a Grécia.(...)"
Artigo de Patrícia Viegas no Diário de Notícias de 14 de abril a ler na íntegra aqui...
Também no Bioterra
terça-feira, abril 21, 2009
A Casa Orlando Constante no "O Diário do Alarife"

terça-feira, abril 07, 2009
Perguntas
Porque é que Charles Smith e Manuel Pedro foram constituídos arguidos e José Sócrates não foi?
Como é que, estando o epicentro de todo o caso situado num despacho de aprovação exarado no Ministério de Sócrates, ainda ninguém desse Ministério foi constituído arguido?
Como é que, havendo suspeitas de irregularidades num Ministério tutelado por José Sócrates, ele não está sequer a ser objecto de investigação?
Com que fundamento é que o procurador-geral da República passa atestados públicos de inocência ao primeiro-ministro?
Como é que pode garantir essa inocência se o primeiro-ministro não foi nem está a ser investigado?
Como é possível não ser necessário investigar José Sócrates se as dúvidas se centram em áreas da sua responsabilidade directa?
Como é possível não o investigar face a todos os indícios já conhecidos?
Que pressões estão a ser feitas sobre os magistrados do Ministério Público que trabalham no caso Freeport?
A quem é que o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público se está a referir?
Se, como dizem, o estatuto de arguido protege quem o recebe, porque é José Sócrates não é objecto dessa protecção institucional?
Será que face ao conjunto de elementos insofismáveis e já públicos qualquer outro cidadão não teria já sido constituído arguido?
Haverá duas justiças?
Será que qualquer outro cidadão não estaria já a ser investigado?
Como é que as embaixadas em Lisboa estarão a informar os seus governos sobre o caso Freeport?
O que é que dirão do primeiro-ministro de Portugal?
O que é que dirão da justiça em Portugal?
O que é que estarão a dizer de Portugal?
Que efeito estará tudo isto a ter na respeitabilidade do país?
Que efeitos terá um Primeiro-ministro na situação de José Sócrates no rating de confiança financeira da República Portuguesa?
Quantos pontos a mais de juros é que nos estão a cobrar devido à desconfiança que isto inspira lá fora?
E cá dentro também?
Que efeitos terá um caso como o Freeport na auto-estima dos portugueses?
Quanto é que nos vai custar o caso Freeport?
Será que havia ambiente para serem trocados favores por dinheiros no Ministério que José Sócrates tutelou?
Se não havia, porque é que José Sócrates, como a lei o prevê, não se constitui assistente no processo Freeport para, com o seu conhecimento único dos factos, ajudar o Ministério Público a levar a investigação a bom termo?
Como é que a TVI conseguiu a gravação da conversa sobre o Freeport?
Quem é que no Reino Unido está tão ultrajado e zangado com Sócrates para a divulgar?
E em Portugal, porque é que a Procuradoria-Geral da República ignorou a gravação quando lhe foi apresentada?
E o que é que vai fazer agora que o registo é público?
Porque é que o presidente da República não se pronuncia sobre isto?
Nem convoca o Conselho de Estado?
Como é que, a meio de um processo de investigação jornalística, a ERC se atreve a admoestar a informação da TVI anunciando que a tem sob olho?
Será que José Sócrates entendeu que a imensa vaia que levou no CCB na sexta à noite não foi só por ter feito atrasar meia hora o início da ópera?»
Mário Crespo
In Jornal de Notícias de 2009-03-30
sexta-feira, março 27, 2009
O Sr. Manuel Tavares, mestre carpinteiro de Boassas

«O Sr. Manuel Tavares constitui um caso raro e “sui generis”, na povoação de Boassas. Que se saiba é o único representante desta nobre actividade, pois ao invés do que sucede com a arte de trabalhar a pedra, não consta que tenha havido em Boassas uma grande tradição de carpintaria ou marcenaria.
Para quem tiver oportunidade de apreciar alguma das suas obras ou de o ver trabalhar a madeira, rapidamente se aperceberá estar em presença de um verdadeiro mestre, que alia um profundo saber, experiência e conhecimento empírico a uma grande imaginação e criatividade e que pode, por isso, ser considerado um autêntico artista. De facto o Sr. Manuel Tavares, quando jovem, chegou a ser convidado pelo professor catedrático e comendador Dr. Amílcar Tucídides, aquando de uma das suas visitas à “Casa do Cerrado” [1] para se inscrever no curso de escultura das Belas Artes do Porto. Repto este que foi recusado e é hoje lembrado e contado pelo Sr. Manuel Tavares, não sem uma ponta de mágoa e indisfarçável tristeza, que perpassa pelos seus olhos cansados.
Os tempos eram outros, a família necessitava do seu amparo e a cidade imensa, parecia muito longe, estranha e hostil. Hoje, já com mais de oitenta anos, o Sr. Manuel Tavares já raramente trabalha a madeira. Mantém ainda, contudo, uma pequena oficina junto à casa onde vive, na Calçada, em Boassas, onde toda a parafrenália de instrumentos se encontra disposta e guardada e que utiliza sobretudo para fazer os pequenos consertos de casa com que vai matando o vício e a saudade da arte.
Uma das suas obras mais significativas e importantes, da qual nos fala com indisfarçável sentimento de orgulho é, sem dúvida, o já referido retábulo e altar de talha, executado para a capela de Sto. António, da Casa da Calçada, em Oliveira do Douro. De facto, quase todas as grandes casas da região têm obra sua, sejam pequenas peças de mobiliário como as arcas, mesas e sanefas que concebeu para a Casa do Outeiro, ou o restauro tectos soalhos ou móveis como os que fez na Casa do Fundo da Rua. [2]»
sábado, março 14, 2009
Blog "Boassas" impulsiona turismo
«Motivado por algumas das postagens do blogue “Boassas”, visitei a aldeia em 2008. Bem no centro da povoação, com um excelente enquadramento, deparei com aquela que agora sei chamar-se a “Casa Fernando Ventura”.
Estava longe de imaginar que o que se vê é fruto de uma remodelação recente. O recurso a elementos característicos da arquitectura tradicional local, foi feita com uma qualidade tal que fui induzido em erro. Afinal a “Casa Fernando Ventura” não esteve sempre lá, como eu na altura então julguei!»
O autor do comentário é Rafael Carvalho, professor, que vive em Armamar e que assina o notável blog: "Arquitectura D'ouro".
O edifício em questão já aqui havia sido publicado
sexta-feira, março 13, 2009
Catálogo do II encontro chega a Lisboa
sexta-feira, março 06, 2009
terça-feira, março 03, 2009
Crime e castigo
A Justiça tarda, mas chega.
O criminoso andou mal e merece justa punição, quer pela mediocridade de fins quer pela ruralidade de meios.
Gente como ele, que pilha galinhas em vez de fundar um banco e pilhar as contas dos depositantes, ou como aquela septuagenária que não pagou uma pasta de dentes num supermercado em vez de pedir uns milhões à Caixa, comprar o supermercado na bolsa e igualmente não o pagar, vendendo-o depois à Caixa através de um "offshore" pelo dobro do preço (ou vendendo-lho mesmo antes de o ter comprado), não tem lugar no Portugal moderno e empreendedor. Ainda por cima, deixou-se apanhar.
Se calhar, até confessou, em vez de invocar lapsos de memória.
E aposto que nem se lembrou de se divorciar antes de ser preso, pondo os 50 euros a salvo na partilha de bens.
Não queria estar na pele do seu advogado, não há Código de Processo Penal que valha a um caso destes.
É condenação mais que certa.
Manuel António Pina
(In Jornal de Notícias de 3 de Março de 2009)
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Artigo de Clara Ferreira Alves no "Expresso"
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda,*/coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves - "Expresso"/*
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Está bem... façamos de conta!
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês.
Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível.
Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das melhores posições no Mundo para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu.
Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média.
Façamos de conta que o Magalhães é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação.
Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo.
Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que quem se mete com o PS leva.
Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de malhar na Direita (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda).
Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.
Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por onde é que eu ia começar a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal.
Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a falta de liberdade. E Manuel Alegre também.
Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus.
Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores.
Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República.
Façamos de conta que não há SIS.
Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.
Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chavez, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa.
A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos."
(Mário Crespo in "Jornal de Notícias", via Bioterra)
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Cinfães...a ver passar os navios!

(In Repórter do Marão de 20-11-2008)
quinta-feira, janeiro 29, 2009
O "Freeport" de Boassas
terça-feira, janeiro 27, 2009
Que turismo em Boassas?

Neste aspecto posso dizer que preconizei um certo pioneirismo em Boassas ao fazer o projecto, a expensas próprias, para a primeira unidade turística local - a denominada "Casa do Lódão". Têm-se dito muitas asneiras a propósito do surgimento desta unidade turística, nomeadamente que "surgiu para colmatar a falta de alojamento turístico na região". Na realidade a unidade surge por exclusiva ideia minha, no sentido de recuperar o edifício e torná-lo rentável economicamente. Decidi fazer e aprovar o projecto porque estava sentido e magoado com o meu pai, isto porque embora lhe tivesse pedido que não o fizesse, ele havia mandado demolir parcialmente o edifício, "para passar o tractor". Muitos anos depois de lhe oferecer o projecto aprovado, e após muita insistência da minha mãe, o meu pai decidiu então fazer a obra, que é hoje um caso de sucesso...
Contudo após todo este tempo (a obra está a funcionar há cerca de 5 anos) o exemplo ainda não colhe a opinião favorável da maioria da população, embora, e ao contrário do que auguravam todas as opiniões, seja, como dissémos, um assinalável caso de sucesso. De facto o mais difícil é mudar mentalidades!...
Cheguei a fazer ainda mais dois projectos de turismo para Boassas e um terceiro nas proximidades, no lugar do Lodeiro. Um foi a chamada "Casa dos Goivos", de que já aqui falei. Fiz, sem custos para os proprietários, a pré-inscrição na Direcção Geral do Turismo, que seria aprovada. No entanto, numa atitude incompreensível, a casa viria a ser demolida pouco depois pelos próprios donos... (Dá Deus nozes...!!!!!). O outro projecto que fiz e aprovei (tanto na Direcção Geral do Turismo, como na Câmara) foi para a multissecular "Casa do Cerrado" (na foto). A propriedade é também do meu pai e o projecto previa uma unidade de turismo rural com 6 quartos. O projecto acabou por ficar na gaveta e a inoperância e desleixo deixou que expirasse a validade do mesmo na câmara... (Mais uma vez, "as nozes"...!!!!). O terceiro projecto, da "Casa do Lodeiro", apenas chegou a ser esboçado. Ainda assim, mais uma vez de forma altruísta, cheguei a abrir o necessário processo, preenchi a ficha de inscrição no turismo e realizei o levantamento fotográfico... o levantamento arquitectónico apenas não foi realizado porque, embora planeada, não cheguei a acertar a data com o meu colega arq. Renato de Brito... E ainda bem!...
terça-feira, janeiro 20, 2009
Auto-censura

Para uma melhor informação ver o "dossier" do jornal "Público": "Guerra em Gaza"
quarta-feira, dezembro 31, 2008
sexta-feira, dezembro 26, 2008
Um comentário... vindo de Espanha
"Tuve el privilegio de conocer la aldea (de Boassas) en el verano del 2006 y desde el punto de vista de un modesto estranjero me parece un paraje precioso, que por ejemplo en España no hemos sabido conservar y por lo que leo en los comentarios de ustedes, van por el mismo camino y seria una pena que estando ha tiempo de evitarlo no sean capaces de solucionar un problema que algunos canallas llaman modernidad, muito obrigado a todas las personas que hicieron de nuestra estancia un inolvidable recuerdo."
quarta-feira, dezembro 24, 2008
O Natal visto por Rubens e Jorge de Sena

Natal de 1971
Natal de quê? De quem?
Daqueles que o não têm?
Dos que não são cristãos?
Ou de quem traz às costas
As cinzas de milhões?
Natal de paz agora
Nesta terra de sangue?
Natal de liberdade
Num mundo de oprimidos?
Natal de uma justiça
Roubada sempre a todos?
Natal de ser-se igual
Em ser-se concebido,
Em de um ventre nascer-se,
Em por de amor sofrer-se,
Em de morte morrer-se,
E de ser-se esquecido?
Natal de caridade,
Quando a fome ainda mata?
Natal de qual esperança
Num mundo todo bombas?
Natal de honesta fé,
Com gente que é traição,
Vil ódio, mesquinhez,
E até Natal de amor?
Natal de quê? De quem?
Daqueles que o não têm?
Ou dos que olhando ao longe
Sonham de humana vida
Um mundo que não há?
Ou dos que se torturam
E torturados são
Na crença de que os homens
Devem estender-se a mão?
Jorge de Sena, Exorcismossexta-feira, dezembro 19, 2008
Isenção transgénica...
O texto do protesto a enviar ao Governo diz assim:
"Venho expressar a minha indignação pela nomeação da Doutora Margarida Oliveira para presidente da Comissão Técnica Especializada da ASAE responsável pela avaliação de risco dos alimentos transgénicos. Com efeito, e tal como detalhado no comunicado de imprensa recentemente divulgado pela Plataforma Transgénicos Fora, há anos que a Doutora Margarida Oliveira se empenha pessoalmente na promoção dos transgénicos em Portugal, inclusive tomando por eles partido para além do que pode permitir o estado do conhecimento na matéria e desprezando ostensivamente o princípio de precaução inequivocamente consagrado na legislação europeia. Considero pois que não estão reunidas as condições de independência científica e credibilidade previstas no regulamento da ASAE e que a Doutora Margarida Oliveira deverá ser demitida. Também a restante composição desta Comissão deverá ser revista, já que comporta elementos com perfil semelhante e que não oferecem garantias plenas de isenção e independência. Na ausência destas medidas estará em risco a saúde de todos os consumidores portugueses no que toca à avaliação dos reais riscos dos transgénicos."
segunda-feira, dezembro 15, 2008
"A maior parte dos municípios continua a deixar construir sem planos"
Dez anos depois da entrada em vigor da Lei de Bases de Ordenamento do Território e Urbanismo, a situação continua “confrangedora”, construindo-se sem planos na maioria dos municípios, criticou hoje o grupo ambientalista GEOTA.(...)"
Notícia a ler na íntegra no "Público"
Já várias vezes temos repetido e afirmado que um dos maiores problemas ambientais é, seguramente, a falta de Planeamento e Ordenamento do Território que assola o território português. Falta dizer que, neste aspecto, o concelho de Cinfães é disto, todo ele, um dos mais tristes e confrangedores exemplos...
sábado, dezembro 06, 2008
segunda-feira, dezembro 01, 2008
Os animais salvam o planeta!
Uma série de episódios de animação que ajuda crianças e adultos a fazer pequenas coisas para ajudar a preservar o meio ambiente... Muito bem feito e com muito humor.
sábado, novembro 29, 2008
Página da Associação Cultural Serpa Pinto

Foi recentemente criada a página da Associação Cultural Serpa Pinto, facto que saudamos e aplaudimos. Infelizmente, o património da família que é a Quinta do paço da Serrana e que hoje pertence à Câmara Municipal de Cinfães, permanece ao abandono e em constante estado degradação acentuada. Que é feito da Fundação Serpa Pinto?... Da futura Casa-Museu?... Do Parque Natural, cultural e agrícola da Quinta do Paço?... e de tantas outras ideias que se poderiam aproveitar para que o concelho, com base nas suas próprias potencialidades pudesse assim desenvolver-se e mostrar-se ao país e ao mundo?... A resposta é que parece que isso "não está no âmbito" dos nossos governantes! É mais ceder por mais de meio século a interesses especulativos... A ver vamos o que nos diz o futuro.
Para aceder à página da ACSP basta cursar sobre a própria imagem ou nas palavras sublinhadas.



