Mostrar mensagens com a etiqueta Património. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Património. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, setembro 28, 2005

Requiem pela "Quinta do Paço da Serrana" V. Há 20 anos era assim...


A pequena capela de "Nossa Senhora dos Remédios", junto do monumental pinheiro manso. Um espaço de contemplação, sobre o rio Douro (ainda perceptível na foto) e que os bancos de granito sob a frondosa copa dessa árvore secular faziam ressalvar. Aquele que era, sem dúvida, um dos mais belos locais da "Quinta do Paço da Serrana", é agora apenas uma saudade, graças ao poder destrutivo do fogo e à incúria dos homens...

terça-feira, setembro 20, 2005

"Caminho da Arribada" por Yasuyuki Ise


(photo . cerveira pinto . copyright 2005)

Como forma de assinalar o lançamento do "II Encontro Internacional de Ceramistas em Boassas", a realizar em Abril de 2006, aqui fica a foto de mais uma placa toponímica realizada aquando da edição do ano passado.

quinta-feira, setembro 08, 2005

Requiem pela "Quinta do Paço da Serrana" II. Há 20 anos era assim...


Vendo esta imagem é possível constatar o que se perdeu e se destruiu em 20 anos. É uma calamidade que se abate sobre a região (e sobre o país) e que há que parar, enquanto é tempo (se é que ainda é tempo)...

segunda-feira, setembro 05, 2005

Requiem pela "Quinta do Paço da Serrana"


(photo arq . Renato Brito . all wrights reserved)

Soubemos que, durante este fim de semana, ardeu parte da "Quinta do Paço da Serrana", a fantástica propriedade da família do célebre africanista Serpa Pinto e que é (ou era) parte do mais notável património (cultural; turístico; paisagístico; ambiental; arquitectónico; etc.) da região de Boassas e do concelho de Cinfães. Há anos, aquando da sua aquisição pela câmara municipal, (para fazer uma série de estruturas culturais e turísticas - Casa-Museu Serpa Pinto; estalagem; turismo rural; etc...) os "letrados" de então, que não concordavam, disseram que aquilo só servia para "fazer filmes de terror" (sic). Porfiaram... Ascenderam ao poder e, aí está, após anos de abandono criminoso e incúria... conseguiram! Um grande filme de terror, a preto e branco, com mistura de humor negro... e um intenso cheiro a queimado! Não estamos apenas tristes e chocados. Estamos indignados e revoltados! Quem nos salva da barbárie?...

quarta-feira, agosto 10, 2005

Será esta a próxima vítima?


(photo . arq. Renato de Brito . all wrights reserved)

É um dos poucos exemplares de arquitectura tradicional de Boassas ainda intacto (e em bom estado de conservação). Sabe-se que foi vendido recentemente e que os novos proprietários pretendem fazer obras. O nosso apelo fica desde já registado, no sentido de que não se venha a destruir mais uma peça do património arquitectónico de Boassas, que esteve, inclusive, na origem da sua classificação recente como "ALDEIA DE PORTUGAL". Não tenhamos dúvidas de que o futuro de Boassas passa, impreterívelmente, pela preservação da sua cultura, das suas tradições, dos seus usos e costumes e... óbviamente, do seu património construído. Permitir a sua destruição é hipotecar o futuro da população da aldeia, é comprometer a réstea de esperança que reside nos passos que têm vindo a ser dados no sentido da promoção e desenvolvimento deste povoado milenar.

terça-feira, agosto 02, 2005

Carta sobre o Património Construído Vernáculo (II)

A destruição do património construído vernáculo de Boassas tem sido uma preocupação constante e é um dos pontos fulcrais da acção da Associação Por Boassas. Continuamos e concluímos, assim, a publicação da "Carta sobre o Património Construído Vernáculo", na esperança de que se sensibilize quem de direito, para que se pare, definitivamente, a destruição desta imensa riqueza local e que se preserve ainda (e recupere) o que for possível, nesta aldeia agora classificada como "Aldeia de Portugal" e que espera honrar esse epíteto e essa distinção. Trata-se de uma carta complementar à Carta de Veneza, formalizada pela Comissão Científica Internacional sobre a Arquitectura Vernácula (CIAV), "criada em 1976, no seio do Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) e que procura aprofundar o estudo e os meios para a preservação da arquitectura dita "popular" em todo o mundo. Composta por peritos de vários países, a CIAV promove um congresso científico anual, colabora na apreciação de candidaturas a património mundial na área da arquitectura popular e elaborou a Carta sobre o Património Construído Vernáculo." (Miguel Brito Correia, in: "Pedra e Cal", ano VI, n.º 25, Março de 2005, pp. 35)

PRINCÍPIOS DE CONSERVAÇÃO
«1. A conservação do património construído vernáculo ou tradicional deve ser realizada por especialistas de diversas disciplinas, que reconheçam o carácter inevitável da mudança e do desenvolvimento, bem como a necessidade de respeitar a identidade cultural das comunidades.
2. As intervenções contemporâneas nas construções, nos conjuntos e nos povoados de expressão vernácula devem respeitar os seus valores culturais e o seu carácter tradicional.
3. O património vernáculo raramente se exprime através de construções isoladas. Será, pois, melhor conservado se forem mantidos e preservados os conjuntos e os povoados representativos de cada região.
4. O património construído vernáculo é parte integrante da paisagem cultural e essa relação deve ser tomada em consideração na preparação de programas de conservação.
5. O património vernáculo abrange não apenas as formas e os materiais dos edifícios, estruturas e espaços, mas também o modo como estes elementos são usados e interpretados pelas comunidades e ainda as tradições e expressões intangíveis que lhes estão associadas.

ORIENTAÇÕES PRÁTICAS
1. Investigação e documentação
Qualquer intervenção física em património vernáculo deve ser cautelosa e precedida de uma análise completa da sua forma e organização. A documentação recolhida deve ser conservada em arquivos acessíveis ao público.
2. Relação com a paisagem
As intervenções em património construído vernáculo devem respeitar e manter a integridade dos sítios onde este património se implanta, bem como a relação com a paisagem física e cultural e ainda garaatir as relações de harmonia entre as construções.
3. Métodos tradicionais de construção
A continuidade dos métodos tradicionais de construção e das técnicas e ofícios associados ao património vernáculo são fundamentais para o restauro e reconstrução destas estruturas. É através da educação e da formação que estes métodos e este domínio das técnicas e ofícios devem ser conservados, registados e transmitidos às novas gerações de artífices e construtores.
4. Substituição de materiais e de elementos arquitectónicos
As transformações que satisfaçam legitimamente as necessiadades contemporâneas devem ser realizadas com materiais que assegurem uma coerência de expressão, de aspecto, de textura e de forma com a edificação original.
5. Adaptação e reutilização
A adaptação e a reutilização de construções vernáculas devem ser efectuadas respeitando a integridade, o carácter e a forma destas estruturas e compatibilizando a intervenção com os padrões de habitabilidade desejados. A perenidade dos métodos tradicionais de construção pode ser assegurada através da elaboração, pela comunidade, de um código ético ajustável às intervenções.
6. Critérios relativos a alterações
As alterações feitas ao longo do tempo nos edifícios devem ser consideradas como parte integrante da Arquitectura Vernácula. Por isso, a sujeição de todos os elementos de uma edificação a um período histórico único não deve constituir, normalmente, o objectivo das intervenções no património vernáculo.
7. Formação
Para conservar os valores culturais da Arquitectura Vernácula ou tradicional, os governos e as autoridades competentes, as associações e as organizações ligadas a estes objectivos devem dar prioridade:
a) A programas educativos que transmitam os fundamentos do património vernáculo aos técnicos ligados à sua salvaguarda;
b) A programas de formação para apoiar as comunidades a preservar os métodos e os materiais tradicionais de construção, bem como as respectivas técnicas e ofícios;
c) A programas de informação que sensibilizem o público, nomeadamente os jovens, para o valor da arquitectura vernácula;
d) Às redes inter-regionais de arquitectura vernácula para intercâmbio de conhecimentos e experiências.»

(in: LOPES, Flávio; CORREIA, Miguel Brito, Património Arquitectónico e Arqueológico, Cartas, Recomendações e Convenções Internacionais, Lisboa, Livros Horizonte, 2004, pp. 285-288.)

quarta-feira, julho 27, 2005

Carta sobre o Património Construído vernáculo (I)


(Photo . Cerveira Pinto . all wrights reserved)

«Ratificada na XII Assembleia Geral do ICOMOS, realizada de 17 a 23 Outubro 1999, no México, esta carta descreve não só o que é o património construído vernáculo, mas também estabelece princípios para a sua conservação e define orientações práticas relativas a esta temática. Trata-se de um valioso contributo para proteger um legado extremamente vulnerável e ameaçado pela uniformização económica, cultural e arquitectónica a nível mundial.»

O património construído vernáculo ou tradicional suscita a afeição e o orgulho de todos os povos. Reconhecido como uma criação característica e genuína da sociedade, manifesta-se de forma aparentemente irregular, embora possua uma lógica própria. É utilitário e, ao mesmo tempo, interessante e belo. Reflecte a vida contemporânea e é, simultaneamente, um testemunho da História da sociedade. Apesar de ser obra do Homem, é também uma criação do tempo. Conservar e promover estas harmonias tradicionais que constituem uma referência da existência humana é dignificar a memória da Humanidade.
O património construído vernáculo é a expressão fundamental da identidade de uma comunidade, das suas relações com o território e, ao mesmo tempo, a expressão da diversidade cultural do mundo.
O património vernáculo é o meio tradicional e natural pelo qual as comunidades criam o seu habitat. Resulta de um processo evolutivo que inclui, necessariamente, alterações e uma adaptação constante em resposta aos constrangimentos sociais e ambientais. A sobrevivência desta tradição está ameaçada, em todo o mundo, pela uniformização económica, cultural e arquitectónica. saber resistir a esta uniformização é fundamental e é uma tarefa que envolve não só as diferentes comunidades, mas também os governos, os urbanistas, os arquitectos, os conservadores e vários especialistas noutras áreas disciplinares.
Devido à uniformização ad cultura e aos fenómenos da globalização socio-económica, as estruturas vernáculas são, em todo o mundo, bastante vulneráveis, porque se confrontam com graves problemas de obsolescência, de equilíbrio interno e de integração. Torna-se necessário, por isso, estabelecer os princípios de conservação e protecção do nosso património construído vernáculo, em complemento à Carta de Veneza (1964).

PRINCÍPIOS GERAIS
1. As construções vernáculas apresentam as seguintes características:
a) Um modo de construir emanado da própria comunidade;
b) Um carácter marcadamente local ou regional em resposta ao meio ambiente;
c) Uma coerência de estilo, de formas e de aspecto, bem como o uso de tipos arquitectónicos tradicionalmente estabelecidos;
d) Um conhecimento tradicional da composição e da construção, que é transmitido de modo informal;
e) Uma resposta eficaz às necessidades funcionais, sociais e ambientais;
f) Um aplicação eficaz das técnicas tradicionais da construção;
2. A avaliação e a eficácia da protecção do património vernáculo dependem, quer do envolvimento e do apoio das comunidades locais, quer da sua utilização e manutenção contínuas.
3. Os governos e as autoridades competentes devem reconhecer o direito que todas as comunidades têm de preservar os seus modos de vida tradicionais, de os proteger por todos os meios legais, administrativos e financeiros à sua disposição e de os transmitir às gerações futuras.»

segunda-feira, julho 11, 2005

Placa toponímica [Arcádio Blasco]


Uma das placas toponímicas recentemente colocadas em Boassas e realizadas durante o "I Encontro de Ceramistas em Boassas" (2004). Esta é da autoria do grande mestre Arcádio Blasco.

(Photo . Cerveira Pinto . all rights reserved)

quarta-feira, junho 22, 2005

Casa da Roseira


Mais um exemplar da arquitectura tradicional de Boassas, felizmente ainda preservado. Trata-se, desta feita, da denominada Casa da Roseira. O acesso que se vê é o chamado "Caminho do Fornêlo".

[Photo . Manuel da Cerveira Pinto . all wrights reserved]

domingo, maio 22, 2005

Arquitectura tradicional


Mais um exemplar da belíssima arquitectura popular de Boassas que, lamentavelmente, todos os dias se vai perdendo e que há que preservar. Esta localiza-se nos "Lameirinhos" e é propriedade da já mencionada "Casa do Cubo". Embora se encontre ainda em boas condições (e boas mãos) está desabitada, pelo que corre o inerente risco de degradação. Esperemos que haja os apoios necessários, agora que, graças à APOBO, Boassas foi classificada como "Aldeia de Portugal", para restaurar e preservar estes magníficos exemplares da arquitectura tradicional da região.
[Photo . arq. Renato Brito . all wrights reserved]

domingo, maio 08, 2005

Vista da "Lapa da Chã"


É, sem dúvida, um dos mais bonitos locais da região de Boassas, autêntica atalaia natural sobre o Douro. Infelizmente, actualmente, é praticamente impossível aceder ao local porque não há um caminho mínimamente limpo. Da última vez que visitamos o alcantilado rochedo, com um casal amigo de Espanha, a Miriam e o Juan Orti, ficamos extenuados e todos arranhados... Impossível repetir. Não fosse o local ser o que se vê na foto e teríamos ficado seriamente arrependidos... As autarquias não se podem apenas preocupar com as estradas. Há muita gente que gosta de andar a pé...

[Photo . Manuel da Cerveira Pinto . all wrights reserved]

sexta-feira, abril 15, 2005

Património de Boassas I


Abrimos aqui uma rubrica para falar de algum do mais notável património de Boassas. Começamos pela arquitectura e pela "incontornável" Casa do Cubo, o ex-libris da aldeia. Edifício muito antigo, integra, aparentemente, elementos românicos, barrocos e pós-barrocos. Destes, os que merecem maior destaque são: a imponente fachada norte, com a sua magnífica varanda assente sobre uma sucessão de arcos abatidos. Ao cimo da escada do lado poente destaca-se uma fantástica figura antropomórfica, esculpida na pedra, de carácter românico. De notar também a escadaria barroca, do lado poente, com o corrimão a terminar numa voluta que integra uma cruz de Cristo. O tanque, também de carácter barroco, com a monumental fonte cuja água brota da boca de um leão. No interior sobressai a cozinha tradicional (em funcionamento), com lareira e forno e a sala de estar com um tecto de masseira, octogonal. Nas proximidades, no local chamado "Lameirinhos" fica a capela da casa, também muito antiga, datada de 1650, denominada Capela de Nossa Senhora do Amparo. É também de salientar a riqueza paisagística do lugar...

[Para mais informação sobre a Casa do Cubo, consultar a revista "Terras de Serpa Pinto, n.º 6", de 6/1/1997 da Câmara Municipal de Cinfães; o Jornal Miradouro no.s 1201, 1205, 1210 e 1303; de 7/5/1999, 4/6/1999, 9/7/1999 e 18/5/2001, respectivamente; assim como o livro "Boassas - Uma Aldeia com História", de Manuel da Cerveira Pinto. Fotografia . Manuel da Cerveira Pinto (all rights reserved)]

Novas da Holanda - "News from the Netherlands"

O Sr. Frits Schuitemaker, coordenador na Holanda do projecto "Villages of Tradition" e que esteve recentementemente de visita a Boassas, mandou-nos uma mensagem com o seguinte teor:
"I want to tell the people of Boassas that they live in a beautifull village which, very much has deserved the title 'village of tradition'. The quality is still very good and great, but... they have to take care, because many valuable things will disappear if you don't pay attention. I understand it that some things have no value at the moment, but realise that they will have value in the future, and they also have value for people from other countries, from other cultures. So be proud on what you have and keep it in good condition; this will attract people/tourist and they do spend money in the hotels, restaurants, shops, etc. so this will give new impulses to the liveability.
I hope to visit Boassas again within a short time.
Frits Schuitemaker"


Vamos tentar traduzir da melhor forma possível, pedindo desde já desculpa por algum erro. O nosso inglês não é "brilhante".
"Gostaria de dizer às pessoas de Boassas que vivem numa aldeia muito bonita, que em muitos aspectos merece o epíteto de "Village of Tradition". A qualidade é ainda muita e grande, mas... vocês têm que tomar cuidado, pois muitas coisas valiosas irão desaparecer se não tomarem atenção. Eu percebo que achem que muitas coisas não têm valor neste momento, mas acreditem que, no futuro, elas terão muito valor, e tê-lo-ão também para as pessoas de outros países e de outras culturas. Portanto tenham orgulho naquilo que têm e mantenham-no em boas condições. Isto atrairá pessoas/turistas, os quais irão gastar dinheiro na região, em hotéis, restaurantes, lojas, etc. Então, isto irá trazer novos impulsos para a "viabilidade" da aldeia.
Espero visitar Boassas novamente dentro em breve.
Frits Schuitemaker"
Só podemos dizer: Obrigado Mr. Frits Schuitemaker, esperamos novamente a sua visita. Boassas terá sempre enorme gosto em recebê-lo.

sexta-feira, abril 08, 2005

Arquitectura tradicional em perigo

Assim era a antiga loja e "Casa do Casaca". O mais recente alvo da "incúria" do poder político local. Algumas mentes "letradas" chamaram-lhe "tugúrio malcheiroso". Não tanto, decerto, como o lixo que se faz transportar dentro de determinadas cabeças... Resta-nos a memória da documentação fotográfica. Ainda assim, uma outra forma de preservar o património...

[Photo . Manuel da Cerveira Pinto (all wrights reserved)]

quinta-feira, março 31, 2005

A Arribada


A Arribada, segundo fotografia da autoria do repórter Fernando Ferreira. É a zona mais antiga de Boassas. O seu nome aparenta ter origem no termo árabe "ribat", pequena fortificação de fronteira, em que o guerreiro muçulmano se recolhia para cumprir o seu dever de "jhiad" (guerra santa)... (Ver o livro "O Douro no Garb al-Ândalus", de Manuel da Cerveira Pinto)

quarta-feira, março 30, 2005

Placas toponímicas

Com a ajuda da Junta de Freguesia e do Zé Sousa (do moínho), estão finalmente colocadas as placas toponímicas resultantes do "I Encontro Internacional de Ceramistas em Boassas". Temos assim identificados os seguintes locais: "Caminho da Calçada" (Arcádio Blasco, junto ao fontenário e Rute Marcão, ao cimo da povoação); "Caminho da Arribada" (Sofia Beça, ao fundo do caminho e Ysuyuki Yse, junto à capela); "Largo do Casal" (Rafael Pérez e Fernando Malo); "Largo da Roseira" (Javier Fanlo, ao fim do caminho do Fundo-da-Rua); "Rua de Serpa Pinto" (Kaori Yamauchi, na entrada da povoação, junto às Alminhas e Rafael Pérez e Fernando Malo, no café do Sr. Fernando Gregório, junto ao cruzeiro). Assim que pudermos tentaremos mostrar fotografias. Muito obrigado aos ceramistas. Boassas está mais rica e mais bonita...